As molas de prato DIN 2093 trabalham à compressão na sua direção axial.
A sua geometria é determinada pelos valores de diâmetro externo, diâmetro interno, espessura e altura do prato sem carga. A sua elasticidade dependerá das dimensões indicadas e do módulo de elasticidade do material selecionado para a aplicação. As equações para o seu cálculo estão estabelecidas na norma DIN 2092.
Por outro lado, a norma DIN 2093 define o fabrico e as características das molas de prato. Aqui podemos ver a norma: norma DIN 2093
Através de diversas configurações de montagem, uma mesma mola permite-nos montar conjuntos de diferentes comprimentos que terão também constantes elásticas diferentes. Desta forma podemos ir adaptando o empilhamento às nossas necessidades sem realizar grandes alterações. De seguida mostramos as configurações mais típicas:
Empilhamento em série

Empilhamento em paralelo

Um empilhamento também pode — e é, de facto, muito comum — ser configurado como uma combinação série-paralelo.

As características de um empilhamento em série são as seguintes: a força total do empilhamento é idêntica à força que pode gerar uma mola individual; em contrapartida, o deslocamento do empilhamento é o deslocamento de uma das molas que o formam multiplicado pela quantidade de molas utilizadas no empilhamento.
F total = F individual
S total = i x S
Lo = i x lo
No caso dos empilhamentos em paralelo, é o contrário: o deslocamento do conjunto de molas é equivalente ao da mola individual e a força multiplica-se pela quantidade de molas.
F total = n x F individual
S total = S
Lo = lo + (n-1) x t
Se o empilhamento é série–paralelo, as equações que o determinam são:
F total = n x F individual
S total = i x S
Lo = i x (lo + (n-1) x t)
Sendo:
F = Força – S = Deslocamento – Lo = Altura estática total – lo = Altura estática individual – i = Número de pratos em série – n = Número de pratos em paralelo –
t = Espessura do prato


